Lula elogia a viagem para Portugal: “Foi bem, foi maravilhosa”

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Questionado pelo PÚBLICO Brasil sobre como foi a viagem a Portugal, o Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, disparou: “Foi bem, foi maravilhosa”. O líder brasileiro ficou cerca de seis horas em solo português nesta terça-feira, 21 de abril, onde teve encontros bilaterais com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, e o Presidente da República, António José Seguro.

Com Montenegro, Lula tratou de temas econômicos, sobretudo o acordo entre o Mercosul e a União Europeia, que entrará em vigor, provisoriamente, em 1º de maio. O brasileiro agradeceu publicamente o apoio dado por Portugal ao tratado, que, na visão dele e de Montenegro, tenderá a fortalecer os dois blocos comerciais e incrementar os investimentos brasileiros em território luso para se tornar uma plataforma de exportação, como já ocorre hoje com a Embraer.

No Palácio de Belém, onde tratou com Seguro sobre a atual conjuntura mundial e a necessidade de o mundo buscar a paz, Lula teve um cardápio especial para o almoço: sopa de tomate, bacalhau ao forno com legumes e, de sobremesa, pudim abade de Priscos, um doce tradicional na região Norte de Portugal. Também foram servidos vinhos portugueses à mesa.

Aceno a apoiadores

Ao deixar o Palácio de Belém rumo ao aeroporto para a viagem de volta do Brasil — o avião presidencial fará uma parada na Ilha do Sal, em Cabo Verde, para o reabastecimento da aeronave —, Lula passou de carro em frente à manifestação que reuniu cerca de 300 apoiadores. Ele abaixou o vidro do veículo e acenou para os manifestantes que, desde cedo, se posicionaram em frente à sede da Presidência portuguesa, num contraponto ao protesto contra o petista organizado pelo partido de ultradireita Chega.

Lula quis dar um peso à visita a Portugal, onde também tratou de imigração, uma vez que os brasileiros formam a maior comunidade imigrantes no país, e se fez acompanhar de cinco ministros de Estado: Mauro Vieira (Relações Exteriores), Dario Durigan (Fazenda), Márcio Elias Rosa (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), Alexandre Silveira (Minas e Energia) e Luís Manuel Fernandes (Ciência, Tecnologia e Inovação), além do presidente da Fiocruz, Márcio Moreira.

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