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Em uma via de mão dupla, a Delta, a maior fabricante de café da Península Ibérica, tem no mercado brasileiro um importante foco de negócios. De um lado, coloca o Brasil no topo das importações de grãos verdes de café. De outro, exporta o produto manufaturado em sacos, cápsulas e máquinas da Delta Q, que renderam à marca 10 milhões de euros de faturamento no ano passado.
“Para 2026, esperamos chegar a 12 milhões de euros de faturamento”, diz Rui Miguel Nabeiro, CEO do Grupo Nabeiro- Delta Cafés. A ampliação da fábrica Novadelta, em Campo Maior, no Alentejo, que começou em 2019 e já resultou na duplicação da produção, faz parte desta estratégia. O investimento na linha de produção alcançou 20 milhões de euros, segundo anúncio feito nesta quinta-feira (30), na sede fabril.
O primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro, esteve presente no evento, onde também foi anunciada a entrada da marca no top 20 das maiores do mundo quando o assunto é café. “Mas queremos chegar entres as 10”, afirma Nabeiro.
O Brasil é o maior produtor de café do mundo e o produto tem nada menos do que 23 Indicações Geográficas, certificação que confere maior valorização internacional dos grãos. Por isso, não surpreende que a Delta Cafés tenha no país o seu principal fornecedor.
Para além da quantidade, Nabeiro destaca a qualidade e versatilidade dos grãos. “O café do Brasil tem de estar sempre presente nos nossos blends, porque é a base para que um bom café seja feito”, acrescentou, destacando o papel do grão na identidade do produto final.
Delta Espresso
Em outra frente, a empresa se consolida no Brasil com a Delta Espresso, que já tem 80 lojas espalhadas por todo o país e segue em expansão por meio de uma parceria que começou em 2013 com a Eurobrasil. O sucesso do modelo de franquias em terras brasileiras, inclusive, inspirou a Delta a expandir o negócio pelo mundo.
“A Delta Espresso é um projeto que nasceu no Brasil e que hoje estamos a importar para Portugal e para outros mercados”, explicou Nabeiro. Com presença crescente especialmente em aeroportos, onde há um intenso fluxo de pessoas, e forte adesão dos consumidores, a marca aposta na expansão contínua como plataforma de internacionalização do grupo. “O Brasil tem um papel decisivo nas nossas estratégias”, finaliza o CEO.
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