Foi já depois do almoço que Gameiro Alves, vice-presidente da concelhia de Faro, subiu ao púlpito do congresso do PSD para levantar a sala pela primeira vez. O motivo? O elogio ao homem “que governa brilhantemente o nosso país”. O mote estava dado para o tom da esmagadora maioria das intervenções, com todos os ministros a “prestar contas”, mesmo aqueles que não são militantes, como Luís Neves ou Maria do Rosário Palma Ramalho. Entre os elogios ao líder, ouviram-se críticas ao PS e ao Chega e a acusação de Luís Montenegro de que as oposições “vibram com a politiquice e destratam a mudança”.
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