Não é difícil entender o fascínio de Silvano Raia, médico e professor emérito da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, por um dos vários órgãos fundamentais do corpo humano. Não era o cérebro, sede da inteligência e das emoções, nem o coração, a “bomba” pulsante de sangue que faz o sistema todo funcionar 24 horas, sete dias por semana.
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