Eram cerca das cinco da tarde e eu estava no escritório a trabalhar quando ouvi o choque. Chegada à varanda, a cena já estava ali, inteira: uma mota da Glovo tombada no asfalto, ao lado desta, em pé e agarrado ao braço, um rapaz — provavelmente do Bangladesh, pelos traços — um táxi parado a poucos metros, com o condutor a vociferar lá dentro. O rapaz da mota respondeu. Não sei o quê. Sei o que aconteceu a seguir: o taxista atirou o carro contra ele, que deu um salto atrás para evitar o embate. E um coro de vozes gritou: “Nããoo!” Uma mulher sai da porta de um prédio e grita “eu vi tudo, eu vi tudo”, e vai ter com o rapaz, visivelmente preocupada com ele.
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