Eliziany Buas, 42 anos, começou, em Janeiro deste ano, a ser seguida por um médico na Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados do São João, no Porto, que, além dos utentes ali inscritos com médico de família, presta também atendimento a utentes sem equipa de saúde familiar atribuída. Eliziany é uma das mais de 1,6 milhões de pessoas inscritas no Serviço Nacional de Saúde (SNS) que não têm médico de família atribuído (dados de Março publicados no portal da transparência), mas tem esperança de que isso mude em breve e que possa continuar a ser acompanhada naquela unidade. O projecto, que garante continuidade e acessibilidade a cuidados de saúde, nasceu em 2024 para responder a um número crescente de utentes sem clínico atribuído.
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