Nos centros de saúde mais utentes fizeram rastreios oncológicos, mas há diferenças regionais

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No acesso à saúde, Portugal continua a ser um país a várias velocidades. Na cobertura de médico de família, há Unidades Locais de Saúde (ULS) com 100% dos utentes com resposta, mas há outras em que a percentagem pouco ultrapassa a metade. Nos rastreios oncológicos, de forma geral, aumentaram as mulheres com mamografia realizada, mas também há “diferenças significativas na cobertura registada” e, na consulta de enfermagem domiciliária feita aos recém-nascidos, há ULS com valores superiores a 60% e outras que “registaram valores muito reduzidos”, próximos do 0%.

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