O dia era 29 de Junho, o ano 1987. No pub Empress of Russia, em Islington, Londres, uma reunião para a história. À entrada, representantes de várias editoras e selos independentes, especializados em música dos quatro cantos do globo, fora do espectro pop e rock anglo-americano, juntavam esforços para dar visibilidade às suas edições. A meio da reunião, a convicção de que o passo indispensável seria definir um termo que permitisse agregar toda aquela música nas prateleiras das lojas e ganhar destaque na imprensa. No final, um grupo de ingleses saía de um pub londrino com algo que, sem o saberem então, teria impacto global. O termo que reuniu consenso, conhecemo-lo todos. “World music”. Mas que significa ele realmente, quase quatro décadas depois?
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