Na sua primeira entrevista de sempre, o economista Nuno Cassola, ex-chefe da secção de Gestão de Liquidez do Banco Central Europeu, onde ao longo de 20 anos exerceu funções nos departamentos de Política Monetária, de Operações de Mercado, de Investigação e de Supervisão, avisa que a estabilidade financeira nunca existiu e o dólar, um pilar de afirmação dos EUA, é um factor permanente de disrupção. Doutorado pela Universidade de Kent, actual professor da Universidade de Milão Bicocca, fala das intenções chinesas em acabar com a hegemonia do dólar, mas sem querer ter uma moeda dominante. E confessa que sentiu na pele a animosidade de Donald Trump face à Europa quando, sem aviso prévio ou justificação, os EUA levaram um banco a operar na Letónia à falência. “Os problemas globais só se resolvem com cooperação internacional e não vejo como isso possa existir neste momento”.
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