Com Tarântula – que foi distinguido com o prémio Médicis para o melhor romance estrangeiro publicado em França em 2024 – Eduardo Halfon (n. 1971) apresenta uma nova peça para o “romance contínuo” em que se tornou a sua obra literária. Como se cada livro fosse um capítulo de um romance único que no final os vai reunir a todos, o “grande romance da sua vida”.
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