
Como o personagem de Louis Stevenson, n’ O Estranho Caso de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, o mesmo Luís Montenegro foi uma coisa no discurso de abertura no sábado e coisa diferente nas palavras de encerramento do congresso em que foi eleito pela terceira vez líder do PSD. Um reflexo das duas faces de um Governo que parece estar demasiado perdido na definição do seu lugar no cenário partidário, quando o seu sucesso será sempre muito mais determinado pelos resultados na governação.
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