O Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), aprovado a 8 de maio pela Assembleia da República, fecha um ciclo aberto em 2007 e abre outro. Dezanove anos depois de Mariano Gago ter desenhado o quadro em que universidades e politécnicos portugueses operam, era inevitável reconhecer que a lei tinha sido ultrapassada pelo tempo. O que talvez não fosse inevitável é a forma como Portugal decidiu reagir: não com uma simples atualização técnica, mas com uma reformulação democrática do modo como se escolhe quem dirige as suas instituições.
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