O futebol da FIFA está quase perfeito. Já amanhã, por parcos dois milhões de dólares, teremos o privilégio de escolher o jogo pela qualidade da carta de vinhos. No alto-falante do estádio, o público ouvirá o nome do sommelier e entrará em êxtase. Os stewards serão chamados a intervir. Um coro formado por crianças israelitas e palestinianas (bastante menos, por quebra de stock) cantará o menu. Estaremos já a roer o décimo rolinho de lagosta quando começar o último número da noite: dois sujeitos atarantados tentam perceber como raio se ganha uma partida de futebol com a FIFA a meter o bedelho no “onze” e a virar as regras do fora-de-jogo de pernas para o ar. Se o sommelier for realmente uma estrela, será divertido na mesma. E, se não for, também.
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