Qualquer pessoa que fale com um ministro ou um presidente de câmara vai invariavelmente ouvir o mesmo tipo de queixa: a máquina burocrática do Estado dificulta de forma absurda a capacidade de execução do poder político. O velho “deixem-me trabalhar” de Cavaco Silva – que, aliás, Luís Montenegro já repetiu – é um resmungo partilhado por qualquer político eleito, desde a mais pequena junta de freguesia até ao Palacete de São Bento. Da mesma forma que nós ficamos frustrados quando nos exigem mais um papel na repartição de finanças, também os ministros desesperam com a lentidão e a burocracia da máquina administrativa.
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