Não tenho muitas certezas na vida com excepção daqueles chavões que culminam quase sempre com “e um dia morremos”. Isso e o facto de encontrar a mesma senhora magrinha pendurada no balcão do miniquiosque do supermercado todas as vezes que lá vou. Não importa o dia da semana, a hora ou o contexto. Confesso que já equacionei seriamente a possibilidade de a senhora viver ali, mas infelizmente a explicação para a sua permanência tem outro nome.
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