Portugal quer ser uma ponte ou uma catapulta?

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Portugal descobriu uma fórmula diplomática singular: participar sem participar, autorizar sem autorizar, saber sem querer saber. As Lajes transformaram-se numa espécie de sala de espera, um lugar onde tudo acontece através de alusões, notas informais e ambiguidades. Primeiro houve autorização tácita. Depois surgiram condições solenes, pronunciadas com a gravidade burocrática típica dos países médios: proporcionalidade, natureza defensiva, respeito pelo Direito Internacional. Conceitos impecáveis no papel e praticamente impossíveis de verificar na realidade. Não porque Portugal não tenha capacidade para fazer perguntas. Mas porque há perguntas cuja resposta destruiria a utilidade da própria ambiguidade.

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