Faz sentido comemorar o 25 de Abril discutindo a atração de pessoas de qualidade para a política; é, aliás, um ângulo concreto refrescante nestas cerimónias, tantas vezes preenchidas por discursos proclamatórios. Faz sentido quebrar o tabu dos salários dos políticos e é útil discutir algumas incompatibilidades para limitar barreiras à entrada na política. Infelizmente, Aguiar-Branco não se ficou por aqui. Resolveu troçar do alegado excesso de transparência — e errou, por (pelo menos) três razões.
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