Aos três anos, já Ruth Slenczynska tinha aulas de formação musical. O sonho não era dela, mas do pai, um polaco que tinha sido violinista e foi obrigado a deixar a sua carreira, depois de ser ferido na Primeira Guerra Mundial. Slenczynska havia de ser considerada o maior prodígio infantil desde Mozart e foi uma das pupilas de Rachmaninoff. Revoltou-se contra o talento que lhe foi imposto pelo pai, mas, ainda assim, encontrou o caminho de volta para o piano. Morreu aos 101 anos, depois de ter tocado para cinco Presidentes dos EUA.
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