A evolução do crédito em Portugal, que voltou a disparar nos primeiros três meses do ano, é uma das que merecem destaque nos resultados divulgados por todo o grupo Santander, a par do Reino Unido e do Brasil. É uma evolução que tem sido sustentada muito pela garantia do Estado aos jovens, mas não impediu que o lucro do banco português deslizasse 10% no mesmo período, precisamente porque há mais risco no crédito já concedido anteriormente. Isto num trimestre em que o grupo espanhol em que se insere teve mais um trimestre de lucro recorde.
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