Os serviços de informação não foram informados dos ataques que os membros do Movimento Armilar Lusitano (MAL) queriam levar a cabo contra o primeiro-ministro, Luís Montenegro, e contra o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. Nem souberam da existência da “Lista de Indesejáveis”, onde constavam os nomes de mais de 170 pessoas (incluindo políticos, jornalistas, comentadores e activistas) e para cima de 50 organizações.
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