Depois das eleições autárquicas do ano passado concretizou-se a separação de 135 uniões de freguesias aprovada no Parlamento — e há outras cujo processo não foi aceite que ainda poderão vir a separar-se. Mas, seis meses depois, alguns destes “divórcios” mais ou menos amigáveis continuam por fechar. Em Moncarapacho e Fuseta, por exemplo, a separação está presa a uma conta bancária conjunta bloqueada. O caso está em tribunal e mostra que a desagregação de freguesias não terminou com a tomada de posse dos novos executivos.
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