1. S. Pedro não escreveu muito. Deixou-nos, no entanto, um conselho que me parece muito fecundo: “Estai sempre prontos a dar razões da vossa esperança; fazei-o, porém, com mansidão e respeito.”[1] Temos de encontrar, nas diferentes culturas e nas suas diferentes fases de evolução, a linguagem menos inadequada para mostrar as razões da nossa esperança. Pedro mostrou que não tinha nenhuma simpatia pela teologia arrogante.
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