O momento é de oportunidade, mas também de urgência. O sector português aeroespacial e da defesa está na mira da Lockheed Martin, da Airbus e da Saab para colaborar no fabrico e manutenção dos caças que vão substituir os F-16. Rui Santos, director-geral da AED, cluster que tem intermediado os contactos entre os gigantes internacionais e a indústria portuguesa, e que reuniu representantes do sector esta semana no Estoril, alerta que “a janela de decisão é relativamente curta” e que “ou rapidamente começamos a falar, ou então vamos ter muitas dificuldades”.
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