Teresa — A Madre de Calcutá faz perguntas muito sérias sobre fé e humanidade

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Não é muito animador ver a sueca Noomi Rapace (Lisbeth Salander nas primeiras adaptações de Millennium de Stieg Larsson) a interpretar Santa Teresa de Calcutá, numa produção de capitais pan-europeus (Bélgica, Balcãs, Escandinávia) em parte rodada na Índia. Mas Teresa — A Madre de Calcutá, dirigido pela norte-macedónia Teona Strugar Mitevska com o seu irmão Vuk, estreado em Veneza 2025, está felizmente muito longe de ser o edificante “euro-pudim” hagiográfico do costume, preferindo olhar para a figura como uma mulher em crise de fé, questionando a sua vocação, paredes-meias com as grandes women’s pictures dos anos 1950.

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