Jenn Freeman não é uma bailarina de renome internacional. É, no entanto, uma bailarina, coreógrafa e professora com um percurso americano digno de nota. Para o mundo da dança e artes performativas, OK, está apresentada. Mas o seu palco maior abriu-se na semana passada quando Espaço para Dançar se estreou discretamente na Netflix, para relatar não só o seu diagnóstico tardio de autismo mas também o espectáculo que laboriosamente monta sobre a sua vida para digerir isso mesmo.
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