De cravo na mão, no decote, no bolso, trazido ao peito, atrás da orelha, no cão. Vimos-te sozinha de cartaz ao alto e no meio das amigas a gritar: “25 de Abril sempre. Fascismo nunca mais!” Passámos por ti enquanto celebravas mais um ano em liberdade, no Porto, a falares do que ainda ficou por cumprir. Ouvimos-te cantar: “Se o jogo for outro/ fosse o jogo outro/ e’agora o jogo era outro”.
Por algum motivo, chamaste a atenção do fotojornalista do PÚBLICO que andou no meio de muitos mil. Agora, estão aqui, em boa companhia.
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