Há uma razão para o nome de Vincent Bolloré ter feito manchetes em jornais franceses (e não só) ao longo das últimas semanas. Primeiro, a demissão de um histórico editor de um dos mais respeitados selos editoriais de França. Depois, a saída em massa dos autores dessa casa, em protesto, por recusarem ser “reféns de uma guerra ideológica” que quer “impor o autoritarismo em toda a cultura”. Não foi a primeira vez que isto aconteceu a Bolloré. E poderá não ser a última, se tudo continuar a seguir de acordo com o seu plano.
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