Estava na Provedoria de Justiça quando esta integrou o Mecanismo Nacional de Prevenção, em 2013. Assumiu em 2022 a coordenação desta estrutura, que realiza visitas sem aviso prévio a locais de detenção para prevenir situações de tortura, maus tratos e outros abusos. Nos últimos 13 anos, Miguel Feldmann só se afastou dois, os que esteve a trabalhar no Alto Comissariado para os Direitos Humanos das Nações Unidas, em Genebra. Neste momento, só não conhece a Cadeia de Apoio da Horta, que faz parte do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo, nos Açores. O PÚBLICO encontrou-o no Simpósio sobre Casas de Detenção, promovido pelo movimento internacional Rescaled, desta vez em Tirana, Albânia.
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