O presidente da Câmara Municipal da Amadora, Vítor Ferreira, foi constituído arguido na Operação Imergente. De acordo com o Observador, o autarca eleito pelo PS é suspeito de não ter respeitado as regras da contratação pública ao recorrer a um ajuste directo a Duarte Moral, director de comunicação do PS, também arguido no caso.
Vítor Ferreira terá recorrido a um ajuste directo, num contrato no valor de 2200 euros mais IVA, para a redacção de um discurso para a cerimónia do 25 de Abril. Em causa estão suspeitas do crime de prevaricação, já que o presidente da Câmara da Amadora é suspeito de não ter respeitado as regras da contratação pública.
O autarca é o oitavo arguido do PS na Operação Imergente, juntando-se a Duarte Moral, a dois vereadores socialistas na Câmara de Lisboa (Sérgio Cintra e Carla Madeira), à presidente da junta de freguesia da Misericórdia (Carla Almeida), ao antigo presidente da junta de Santa Maria Maior (Miguel Coelho), à ex-vereadora da Câmara de Oeiras (Ana Filipa Laborinho) e da antigo presidente do PS-Oeiras (Rui Pedro Nascimento).
Com 37 arguidos, a Operação Imergente levou a buscas da Polícia Judiciária em vários locais, incluindo na sede nacional do PS, em Lisboa, e à detenção de quatro arguidos, entre os quais Duarte Moral, entretanto libertados. Na base da operação está a suspeita da prática dos crimes de prevaricação e participação económica em negócio, envolvendo a adjudicação de diversos contratos por parte de câmaras municipais e juntas de freguesia. Os contratos celebrados por autarquias do PS que estão sob investigação terão envolvido dois milhões de euros.
Disclaimer : This story is auto aggregated by a computer programme and has not been created or edited by DOWNTHENEWS. Publisher: feeds.feedburner.com









