A vida quotidiana na antiga Olissipo

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Sirenes, buzinas, gritos e martelos pneumáticos. Os barulhos de uma cidade contemporânea são infernais, sobretudo as inundadas pelo turismo. Mas nada disso surpreende André Simões. Enquanto subimos a Rua de São Mamede, a caminho do Teatro Romano de Lisboa, o professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL) brinca: “A confusão de uma cidade romana era certamente muito pior”. Olissipo, como Lisboa era então designada, não terá fugido à regra. “Sendo uma cidade portuária, que vivia do comércio, tinha pessoas a chegar e a partir a todo o momento. Também para aqui rumava gente à procura de uma vida melhor, o que nem sempre era fácil de encontrar, dadas as condições precárias das classes menos favorecidas. Além disso, as ruas eram apertadas, as carroças circulavam sem grandes regras de trânsito e os incêndios eram frequentes em casas feitas de madeira. Uma confusão.”

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