A administração do Banco Comercial Português (BCP), num novo desenho em que há 40% de novos membros, mas em que os principais rostos se mantêm, tem um objectivo: remunerar melhor os accionistas. É a forma encontrada pela dupla formada por Nuno Amado e Miguel Maya para agradar aos actuais accionistas ou, se vier a acontecer alguma mudança, como a noticiada disponibilidade da Fosun para vender a sua participação, de assegurar o interesse de outros investidores.
O contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
Disclaimer : This story is auto aggregated by a computer programme and has not been created or edited by DOWNTHENEWS. Publisher: feeds.feedburner.com







