Hirokazu Kore-eda avança até um “futuro próximo” para baralhar e dar de novo, e parecer novo, certamente; James Gray aparece tomado pela inevitabilidade, embalado pelo motor da tragédia surda, como não o víamos há muito, muito tempo, nos seus filmes, como o velho James Gray de quem sentíamos saudades; Rodrigo Sorogoyen desvenda o hottest ticket de Cannes 2026.
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