Conhecemo-lo primeiro como António Braga, num disco publicado em 1970, depois como António Pedro Braga, num outro lançado em 1972, e por fim como A. P. Braga, cantor e compositor de várias canções que por aí circulam, algumas em parceria com Fausto Bordalo Dias (1948-2024) ou António Macedo (1946-1999). E é como A. P. Braga que regressa esta sexta-feira ao mercado discográfico, 54 anos após a publicação do single Voz. Não que tenha parado de cantar ou gravar, mas os quatro registos que lançou desde 1972 tiveram sempre edições de autor desligadas do mercado. Alvito 2026, assim se chama o álbum agora lançado, traz assim à ribalta um dos cantores que, entre 1969 e 1973, participaram nos recitais que se iam fazendo em associações recreativas e estudantis durante a ditadura e nos quais actuavam nomes como José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Carlos Paredes, Francisco Fanhais, Manuel Freire, José Jorge Letria, António Macedo, Deniz Cintra, José Fanha, entre outros.
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