A gestão das greves que causaram graves constrangimentos ao funcionamento do INEM em 2024 “podia ter sido mais bem feita”, reconheceu a ministra da Saúde, admitindo problemas com o fluxo de informação, leia-se com o percurso do pré-aviso de greve que chegou aos gabinetes ministeriais no prazo legal, mas que Ana Paula Martins garante não ter chegado à sua mão ou à da então secretária de Estado da Gestão da Saúde, Cristina Vaz Tomé. A explicação não convenceu a oposição e o Chega pediu a comunicação ao Ministério Público de um crime de perjúrio. A ministra recusou ter mentido e alegou que houve uma “tempestade perfeita” no dia 4 de Novembro de 2024, uma data que nunca esquecerá porque calhou precisamente no dia em completou 59 anos.
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