Jazz em Agosto a tomar o pulso ao presente, sem esquecer a história

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Teremos a oportunidade de ver toda uma vida, as buscas nela empreendidas e a linguagem que nela se foi definindo, aprimorando, apresentar-se despida de quaisquer artifícios — assim será com o piano solo do veterano pianista alemão Joachim Kühn no concerto de abertura do 42.º Jazz em Agosto, dia 31 de Julho. Teremos também oportunidade de ver como a música se faz emanação de um tempo, este tempo conturbado e perigoso que atravessamos, através de David Maranha & Rodrigo Amado, do poeta Fred Moten com o contrabaixista Brandon Lopez, do Cruelty Bacchanal dos Shardik ou dos The Sleep of Reason Produces Monsters. Há essa marca, porque é impossível escapar ao peso desta era, mas, naturalmente, não se esgota nesse diálogo directo o Jazz em Agosto 2026, de 31 de Julho a 9 de Agosto na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

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