A banca europeia continua a não ser um sector para a liderança feminina, e Portugal não escapa. Quase metade dos bancos da União Europeia não tem qualquer mulher na comissão executiva, o órgão que gere o dia-a-dia da instituição. Nos que têm, quase nunca é uma mulher a liderar essa comissão. Portugal alinha em parte desta história: apesar de os grandes bancos terem já presença feminina na comissão executiva, só em 2026 é que uma mulher assegurou a gestão de um: Isabel Guerreiro no Santander Totta.
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