O altivo Pacheco, o demagogo Ventura e as lições do pimba

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Em 1996, a RTP organizou um debate inesquecível sobre o fenómeno da música pimba. De um lado estavam os maestros António Victorino d’Almeida e Pedro Osório; do outro músicos como Emanuel ou Toy. A certa altura, Pedro Osório decidiu sentar-se ao piano para mostrar como era fácil criar uma canção pimba e, de caminho, comprovar a superioridade intelectual do músico erudito sobre o artista popular. O resultado foi penoso. Cantarolou uma letra absurda (“ai, como é bom cantar esta canção”), com uma melodia ridícula que de pimba tinha zero, e Toy e Emanuel ficaram estupefactos a olhar para ele, cheios de vergonha alheia.

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