O dia em que o planeta Azul fica sem baleias e ganha um farol chamado Olívia

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A crise climática é um fenómeno tão avassalador que se torna incomensurável. Tem aquelas características “maiores do que a vida” que para alguns a tornam quase intangível, pouco real. Mas se houver um dia em que se declara morta a última baleia do planeta, não há como negá-la e enfrentá-la. É assim que começa Azul, uma série que se estreou na sexta-feira na plataforma Opto/SIC e que arranca num futuro próximo em que os Açores, a Islândia e um mundo unido pelo oceano admite que falhou. “Azul convida-nos a olhar para o mundo com mais atenção”, diz o autor e realizador Pedro Varela. A guia para o olhar do espectador é Olívia, de 18 anos, que “é um farol”, diz ao PÚBLICO Leonor Belo.

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