O que fazer? Quarta é dia de humor Em Sede Própria e tragédias nas tábuas

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Em Sede Própria

PORTO Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota. De 6/5 a 10/5. Quarta a sexta, às 21h30; sábado e domingo, às 17h30 e 21h30. M/16. 22€ a 40€

Avisa a organização que este espectáculo pode provocar reacções adversas e que em caso de erupções cutâneas deve ser consultado o dermatologista. Pensado por Joana Marques na senda do processo judicial movido pelos Anjos contra a humorista que se apresenta como ”comentadora da realidade”, Em Sede Própria propõe-se a revelar “tudo o que aconteceu”, analisando à lupa “os acontecimentos que a tornaram, acidentalmente, protagonista do telejornal nos últimos tempos”. A presunção de inocência dá então lugar a um manifesto de culpa, que vem enquadrado pelas “provas irrefutáveis de todas as suas falhas, defeitos e ridículos”, compilados pela própria ao estilo de um Extremamente Desagradável.

As Cadeiras

LISBOA Teatro da Comuna. De 16/4 a 31/5. Quarta e quinta, às 19h; sexta e sábado, às 21h; domingo, às 16h. M/12. 15€

Custódia Gallego e Manuel Coelho dão vida a dois nonagenários isolados que resolvem chamar um orador que consiga comunicar uma mensagem (dele) que é vital e urgente para toda a Humanidade. Assim se dispõe uma plateia à espera de convidados ilustres e… invisíveis. Esta é a história de As Cadeiras, farsa trágica com assinatura de Eugène Ionesco, mestre do teatro do absurdo, aqui levada à cena pela Comuna Teatro de Pesquisa, numa versão encenada por João Mota.

Um Assobio no Escuro

ALMADA Teatro Municipal Joaquim Benite. De 10/4 a 10/5. Quarta e domingo, às 16h; quinta a sábado, às 21h. M/16. 6,50€ a 13€

Pobreza, marginalidade, violência e raiva à flor da pele são dados do quotidiano de Michael Carney, um irlandês que, para fugir à tragédia do destino, se instala em Coventry (Inglaterra) com a sua mulher inglesa. Com os fantasmas do passado a ensombrar a nova vida, tem uma certeza: não quer ser como o pai e os irmãos mais novos, homens de “espírito amargo”, que “cresceram a expressar-se com a violência e o ódio, contra os outros e contra si próprios”, descreve a sinopse.

O texto é do irlandês Tom Murphy, foi escrito em 1961 e baseou-se na experiência pessoal do dramaturgo. A peça estreou-se em Londres, com “enorme sucesso”, depois de ter sido rejeitada pelo Abbey Theatre de Dublin por ser considerada “demasiado violenta” e centrada em figuras “irreais”. É levada a palco pela Companhia de Teatro de Almada, com encenação de Rodrigo Francisco, e vem acompanhada por cinco Conversas com o Público subordinadas ao tema Os imigrantes que temos – Os imigrantes que fomos e moderadas pela jornalista Catarina Pires.

Aida

BRAGA Forum Braga. Dia 6/5, às 21h. M/16. 45€

É uma das obras-primas de Giuseppe Verdi e estreou-se em 1871, na Ópera do Cairo. Encomendada ao compositor italiano para marcar a inauguração do Canal do Suez, narra um drama sobre paixão, um amor impossível e traição no Antigo Egipto. Vai a palco em quatro actos, com encenação de Ignacio Garcia e interpretação da Hesperian Symphony Orchestra. A direcção musical está entregue a Antonio Ariza Momblant.

Amadeo(s)

COVILHÃ Teatro das Beiras. Dia 6/5, às 21h30. M/6. 7€

A vida e obra do pintor português Amadeo de Souza-Cardoso dão o tom à peça do Teatro Art’Imagem. Uma “biografia fragmentada”, contada mais pelos adereços e expressão corporal do que pela linguagem, que propõe uma leitura cénica das suas pinturas, desenhos e caricaturas, em diálogo com obras emblemáticas da sua safra. Encenada por José Leitão, conta com a interpretação de Daniela Pêgo, Flávio Hamilton e Pedro Carvalho.

Eros Ramazzotti

LISBOA Meo Arena. Dia 6/5, às 21h. M/6. 45€ a 240€

É um dos nomes mais famosos da pop italiana e volta a Portugal à boleia da digressão Una Storia Importante, que celebra uma carreira com mais de quatro décadas e êxitos como Se bastasse una canzone, Cose della vita ou Un’altra te.

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