O que fazer? Terça é dia de zapping e guitarradas

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Dias da Guitarra

PORTO Casa da Música. De 26/5 a 31/5. Grátis a 34€

O novo festival põe em destaque a guitarra, venha ela da tradição portuguesa, das cordas eléctricas ou na forma clássica, com palco reservado em nome próprio ou partilhado com uma orquestra.

O programa arranca com o duo In.Dia (formado por Diogo Passos e Hugo Gamboias) e a sua Perfeita Desordem (2024), encontro marcado para hoje, às 19h30. Francisco Rua (dia 28), a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música com Sean Shibe e Alice Brandão (dia 29), a Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins com Yamandu Costa (dia 30), duas maratonas de guitarristas (dias 30 e 31) e o representante da cultura tuaregue Bombino (dia 31) completam o cartaz.

Zapping: Televisão Como Cultura e Contracultura

SÃO JOÃO DA MADEIRA Centro de Arte Oliva. De 7/2 a 28/6. Terça a domingo, das 10h às 12h30 e das 14h às 17h30. 3€

ELVAS Paiol de Nossa Senhora da Conceição – Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE). De 23/5 a 30/8. Terça, das 15h às 18h; quarta a domingo, das 10h às 13h e das 15h às 18h. 5€

Pensada como um projecto distribuído por várias coordenadas do território, a exposição propõe uma leitura sobre “a televisão enquanto dispositivo cultural, político e artístico, e sobre o modo como a sua história se cruza com a memória colectiva, a democracia e as práticas contemporâneas da arte”, enuncia a nota de imprensa. Organizada pelo Centro de Arte Oliva (São João da Madeira), e comissariada por Paula Pinto, Alexandra Areia, Joaquim Moreno e Vera Carmo, está organizada em cinco núcleos temáticos, articulando “a análise de programas culturais da RTP com obras de artistas que utilizaram a televisão como veículo, medium ou suporte de cultura e contracultura”.

Meu Nome António

LISBOA MUDE – Museu do Design. De 4/12 a 31/5. Terça a quinta e domingo, das 10h às 19h; sexta e sábado, das 10h às 21h. 11€

Cantor, compositor e performer, António Variações (1944-1984) foi um homem à frente do seu tempo. Com uma musicalidade, inventividade e extravagância que o colocaram no mapa da música pop portuguesa e continuam a fazer dele um ícone, é a figura central da exposição que reúne 85 fotografias captadas por Teresa Couto Pinto, entre 1981 e 1983. Agente, fotógrafa e “mais que tudo, amiga”, registou “a forte personalidade, liberdade criativa, carisma e estética visual” do artista em imagens que aqui se expõem, algumas inéditas. Podem ver-se também peças de vestuário e acessórios que fazem parte da identidade de Variações.

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