O Governo continua a afirmar, de forma reiterada, que o acesso aos cuidados de saúde constitui uma prioridade política. A realidade, porém, contraria esse discurso. Dois anos após o início da atual governação, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) encontra‑se mais fragilizado e com maiores desigualdades no acesso do que anteriormente. Esta evolução não é conjuntural nem acidental, antes, resultado de opções políticas marcadas por incoerência estratégica e falta de alinhamento entre a decisão e a execução.
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