“Está a ver? Assim completamo-nos”, diz António José Seguro a Luís Montenegro. “É assim que tem de ser” responde o segundo. A troca de palavras, este domingo, no Luxemburgo, durou apenas alguns segundos. Mas recuperou uma ideia cara da política portuguesa: a de que Presidente da República e primeiro-ministro não precisam de pensar da mesma forma para trabalharem em conjunto. O contexto é diferente, os protagonistas também. Mas o guião não é novo.
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