Durante décadas, o Ocidente viveu sob o signo da “pós-política”: um tempo de hegemonia tecnocrática, consenso liberal e a sensação de que a História tinha chegado a um fim confortável, embora aborrecido. Onde antes havia o confronto das massas e o choque de grandes ideologias, instaurou-se uma gestão fria, pautada pelos mercados e pelo silêncio dos gabinetes, que trabalham mais próximos das agências de marketing do que das ambições esplanadas nas ruas.
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