Nos últimos meses – e sem que qualquer alteração legislativa o justificasse –, assistiu-se a um retrocesso na divulgação pública dos financiadores partidários, bem como do património e rendimentos dos políticos. Este recuo deve-se a novas interpretações de duas entidades que fazem o escrutínio destes dados e que chegaram à conclusão de que a fiscalização não deve ter uma vertente pública, devendo antes ficar reservada a um círculo restrito de “eleitos”: a Entidade das Contas e dos Financiamentos Políticos e a Entidade para a Transparência.
O contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
Disclaimer : This story is auto aggregated by a computer programme and has not been created or edited by DOWNTHENEWS. Publisher: feeds.feedburner.com









