Durante décadas, um misterioso órgão com dois lóbulos, situado atrás do esterno, foi ignorado pela maioria dos médicos, considerado um nódulo inútil durante a maior parte da vida humana: o timo. Os gregos antigos postulavam que esta saliência de tecido poderia ser a sede da alma. No início dos anos 60, um prémio Nobel considerou-a um mero cemitério de células, “um acidente evolutivo sem grande significado”.
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